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	<description>Site da Brasif Máquinas e Rental</description>
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		<title>Case Construction negocia 20% mais na Agrishow 2012</title>
		<link>http://www.brasifmaquinas.com.br/blog/case-construction-negocia-20-mais-na-agrishow-2012/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Case]]></category>

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		<description><![CDATA[As vendas da Case Construction Equipament foram cerca de 20% maiores do que na feira do ano passado. O Resultado já era esperado pela marca, que participa pela quarta vez do evento e foi a primeira fabricante de máquinas de construção a investir na Agrishow. Repetindo a ação realizada na Agrishow 2011, a Case está]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As vendas da Case Construction Equipament foram cerca de 20% maiores do que na feira do ano passado.</p>
<p>O Resultado já era esperado pela marca, que participa pela quarta vez do evento e foi a primeira fabricante de máquinas de construção a investir na Agrishow.</p>
<p>Repetindo a ação realizada na Agrishow 2011, a Case está doando R$ 500,00 a cada máquina vendida e faturada ao Hospital do Câncer de Barretos.</p>
<p>“Todas as máquinas de construção têm utilização no agronegócio e os empresários do setor estão investindo na mecanização, com aquisição direta ou através de locadores, para alcançar maior produtividade e qualidade”, afirma o diretor geral da Case para a América Latina, Roque Reis.</p>
<p>Veículo: Outros jornais impressos &#8211; CNH</p>
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		<title>Governo planeja concessão de rodovia</title>
		<link>http://www.brasifmaquinas.com.br/blog/governo-planeja-concessao-de-rodovia/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Rolo Compactador Bomag]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo proposta do Ministério dos Transportes, 19 trechos de estradas seriam privatizados, o que significa quase 9 mil quilômetros. O forte apetite dos investidores nos últimos leilões de concessão acelerou os planos do governo federal de transferir novas rodovias para a iniciativa privada. Em meados do mês passado, o Ministério dos Transportes apresentou à equipe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo proposta do Ministério dos Transportes, 19 trechos de estradas seriam privatizados, o que significa quase 9 mil quilômetros.</strong></p>
<p>O forte apetite dos investidores nos últimos leilões de concessão acelerou os planos do governo federal de transferir novas rodovias para a iniciativa privada. Em meados do mês passado, o Ministério dos Transportes apresentou à equipe da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, proposta de 19 trechos de estradas com potencial para concessão.</p>
<p>No total, 8.973 quilômetros (km) de extensão podem passar para as mãos da iniciativa privada nos próximos anos. Fontes próximas ao Ministério dos Transportes afirmam que, após o leilão da BR-101 (ES), disputado por oito consórcios e que teve deságiode45%, a presidente Dilma Rousseff intimou o ministro Paulo Sérgio Passos a apresentar um novo plano de concessões rodoviárias.</p>
<p>Na primeira versão do documento, obtido pelo Estado, mais da metade da malha proposta está no Nordeste e inclui oito grandes trechos, como as BRs 116e101.O Centro-Oeste, principal região produtora de grãos do País, também foi contemplado no plano com cinco trechos de rodovias. Entre elas, a famosa BR-163, entre Campo Grande e Cuiabá, numa extensão de 707 km. Os Estados de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul não ficaram de fora do plano.</p>
<p>A proposta foi elaborada após análise de 34 estradas em todo País. Apenas os 19 trechos atenderam aos critérios estabelecidos pelo Ministério dos Transportes para verificar se uma estrada pode ser ou não atraente para a iniciativa privada. Entre os itens avaliados, estão a integração com metrópoles e capitais, portos e ferrovias, malha já concedida à iniciativa privada e regiões com potencial turístico.</p>
<p>No conjunto desses quesitos, os 19 trechos escolhidos conseguiram nota superior a 5 pontos. A estrada com melhor pontuação foi a BR-135/316 entre São Luis (MA) e Teresina (PI), de 398 km. Isso significa que essa rodovia seria atraente para a iniciativa privada do ponto de vista de rentabilidade. No plano, o Ministério dos Transportes destaca quatro diferentes formas para a gestão das estradas. Tudo vai depender do nível de intervenção na rodovia.</p>
<p>No caso de restauração da malha, o governo poderá optar por uma concessão administrativa ou o chamado sistema Crema. Na primeira alternativa, a remuneração da empresa privada será feita inteiramente pelo governo federal, sem cobrança de pedágios. Já o Crema (Subprograma Integrado de Recuperação e Manutenção da Rede ) é um programa usado pelo Ministério dos Transportes para contratar empresas de manutenção das vias por um tempo predefinido.Especialistas acreditam que esse sistema seria aprimorado para algumas estradas.</p>
<p>Se a rodovia exigir apenas adequações, como contornos de cidades, as alternativas seriam ampliadas. Além de concessão administrativa, o governo poderia fazer uma concessão patrocinada (em que o poder público precisa complementar a renda da empresa) ou simples  esse é o tipo de concessão mais comum no Brasil, em que as empresas assumem a administração, riscos e investimentos. Para isso, cobram pedágio para cobrir seus custos.</p>
<p>O último grupo de rodovias apresentado no documento seria aquele formado por estradas que precisam ser duplicadas e ampliadas. Como os investimentos são altos, o governo acredita que seja possível promover uma concessão patrocinada ou simples.</p>
<p>Pedágio.<br />
A escolha do tipo de gestão para cada estrada ainda está sendo desenvolvida e também depende de negociações políticas. A região Nordeste não tem tradição de concessões rodoviárias nem de pedágios, destaca o consultor Geraldo Vianna, ex-presidente da Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC &amp; Logística).</p>
<p>Cobrança de pedágio provoca reação pública ruim, diz. Ele avalia que as melhores concessões rodoviárias que estão localizadas no Sul e Sudeste já foram feitas, mas que ainda há trechos importantes. O consultor cita como exemplo a BR-163 no Centro-oeste, na região de Rondonópolis, que está contemplada no plano do Ministério dos Transportes. Há um movimento enorme, o que indica que poderia ser uma concessão simples, com cobrança de pedágio.</p>
<p>Vianna concorda com as alternativas de gestão que o ministério estuda. Se não é possível fazer uma concessão simples, que faça uma PPP (Parceria Público Privada). O que não podemos é continuar com as estradas no estado que estão. De acordo com a última pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT),66,2% das estradas administradas pelo poder público têm qualidade regular, ruim ou péssima. Nas estradas concedidas para a iniciativa privada,apenas 12% foram consideradas regulares e 1,1%, ruim.</p>
<p>Vemos com bons olhos a iniciativa do ministério de apresentar um plano dessa natureza. Isso mostra boas perspectivas para o programa de concessão do Brasil, avalia o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), Moacyr Duarte.O Brasil tem 212 mil km de rodovias pavimentadas, sendo 62 mil km de estradas federais. Desse total, no entanto, apenas 5.238 km (15 trechos) estão sob administração privada. Outros 2.778 km foram delegados aos governos estaduais.</p>
<p>Veículo: O Estado de S. Paulo</p>
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		<title>Case Construction sinônimo de responsabilidade Social</title>
		<link>http://www.brasifmaquinas.com.br/blog/case-construction-sinonimo-de-responsabilidade-social/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 14:03:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Case Construction doará R$ 500,00 a cada máquina vendida na Agrishow 2011 como já foi feito em outras edições da feira, dessa forma demonstra sua preocupação em estar sempre presente em ações sociais. Foram realizados esse ano vários projetos sociais no Estado de São Paulo, pelo Case multiação sendo destinado mais de R$ 1,2 milhões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Case Construction doará R$ 500,00 a cada máquina vendida na Agrishow 2011 como já foi feito em outras edições da feira, dessa forma demonstra sua preocupação em estar sempre presente em ações sociais.</p>
<p>Foram realizados esse ano vários projetos sociais no Estado de São Paulo, pelo Case multiação sendo destinado mais de R$ 1,2 milhões.</p>
<p>Em coletiva com a imprensa Luiz Antônio zardini (Gerente de Captação de Recurços do Hospital do Câncer de Barretos ) destacou que, varias pessoas com câncer como exemplo; Câncer do Esofago que para ter uma vida normal ou proximo disso precisa de uma protese de esofago, custo da protese R$ 6.000,00, tambem destacando o Câncer de mama que tem um custo de R$ 8.000,00. Fica claro que é um valor elevado para muitas pessoas que sofrem da doença. E que tambem não é fornecido pelo governo.</p>
<p>A contrubuicão social como a Case Construction poderia ser seguida como exemplo por todas empresas participantes das próximas Agrishow, é muito pouco para elas mas muito para quem recebe.<br />
O Hospital do Câncer de Barretos é Hoje uma referência no tratamento do câncer na América Latina então o que falta para que todos se sensibilizem para fazer a mesma ação da Case Construction; uma visita ao hospital pelas outras empresas quem sabe! A maioria dos recursos do hospital vem atraves de doações e rodeios, proporcionando o atendimento de mais de três mil pacientes.</p>
<p>Vamos torcer para que em 2012 mais empresas entrem nessa ação social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veículo: Sites Diversos &#8211; CNH</p>
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		<title>Governo planeja construir 27 eclusas</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 16:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Escavadeira]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério dos Transportes trabalha em um novo pacote de obras hidroviárias que, se realmente for concretizado, pode fazer com que a matriz logística do país passe a depender menos das rodovias e avance sobre o potencial pouco explorado de seus 63 mil quilômetros de rios. O Ministério dos Transportes trabalha em um novo pacote]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério dos Transportes trabalha em um novo pacote de obras hidroviárias que, se realmente for concretizado, pode fazer com que a matriz logística do país passe a depender menos das rodovias e avance sobre o potencial pouco explorado de seus 63 mil quilômetros de rios.</p>
<p>O Ministério dos Transportes trabalha em um novo pacote de obras hidroviárias que, se realmente for concretizado, pode fazer com que a matriz logística do país passe a depender menos das rodovias e avance sobre o potencial pouco explorado de seus 63 mil quilômetros de rios. Um total de 27 projetos de eclusas considerados prioritários foi elencado pela pasta. As obras estão diretamente associadas às barragens erguidas por usinas hidrelétricas, estejam em fase de estudo, em construção ou já em operação comercial. O pacote das eclusas foi a saída encontrada pelo ministério para evitar que rios considerados estratégicos para o transporte de cargas e pessoas sejam obstruídos por novas barragens e, assim, inviabilizem novas hidrovias.</p>
<p>A lista das eclusas envolve barragens ligadas a seis grandes rios do país: Araguaia, Parnaíba, Tapajós, Teles Pires, Tietê e Tocantins. Dos 27 projetos desenhados pelo ministério, nove são planejados para a estrutura de usinas que já estão em operação. É o caso, por exemplo, da hidrelétrica de Estreito, no rio Tocantins; de Barra Bonita, no Tietê; e de Boa Esperança, no Parnaíba.</p>
<p>Sempre houve muito desgaste entre o Ministério dos Transportes e o de Minas e Energia (MME) sobre quem bancaria o custo dessas obras, uma vez que a função do MME é explorar o recurso energético do rio, e não a sua vocação logística. Para pôr um ponto final na história, a pasta dos Transportes decidiu assumir a fatura. &#8220;Acabamos com essa discussão. Nós vamos assumir todo o ônus de custear as eclusas&#8221;, diz Marcelo Perrupato, secretário de Política Nacional de Transportes do ministério.</p>
<p>A proposta é que os recursos dos Transportes destinados às eclusas sejam repassados para o MME. Em contrapartida, o gabinete de Minas e Energia deverá impor ao empreendedor da usina que &#8211; sempre que orientado pelo Ministério dos Transportes &#8211; faça a construção da eclusa simultaneamente à da barragem.</p>
<p>Para viabilizar a proposta, Perrupato afirma que o ministério deve criar um tipo de &#8220;fundo garantidor&#8221; das eclusas, onde os recursos para bancar as obras serão depositados pelo ministério.</p>
<p>O custo já foi estimado. Entre 2012 e 2015, a previsão é de que aproximadamente R$ 7,9 bilhões sejam injetados nos 27 projetos. Até 2018, quando todas as obras estariam concluídas, o gasto alcançaria R$ 11,6 bilhões. &#8220;Não é muito dinheiro, se comparado ao benefício que esses projetos podem gerar ao país. Veja que só o Dnit [Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes] tem R$ 25 bilhões por ano para gastar com rodovias. Está na hora de olharmos mais para os rios&#8221;, comenta Perrupato.</p>
<p>Ao ajustar o cronograma das eclusas à construção de novas barragens de hidrelétricas, o Ministério dos Transportes quer evitar erros do passado. Um dos casos mais emblemáticos é a construção de Itaipu. &#8220;Do ponto de vista logístico, é um dos grandes pecados que cometemos. Se a barragem de Itaipu tivesse contemplado uma eclusa, teríamos viabilizado uma hidrovia internacional hoje poderia atingir 5,5 mil quilômetros de extensão&#8221;, diz Adalberto Tokarski, superintendente de Navegação Interior da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).</p>
<p>Outros rios importantes do país &#8211; como Iguaçu (PR), Paranapanema (PR-SP), Rio Grande (SP-MG) e Paranaíba (GO-MG) &#8211; estão com boa parte de sua navegabilidade comprometida por terem barragens sem eclusas, comenta Tokarski. A situação é a mesma em casos mais recentes, como o do rio Madeira, em Porto Velho (RO), onde as usinas de Jirau e Santo Antônio foram erguidas sem a construção de eclusas. &#8220;Hoje pagamos a conta de erros históricos. Dar prioridade a esses 27 projetos pode ajudar a reverter essa situação.&#8221;</p>
<p>Entre as prioridades do Ministério dos Transportes, a situação considerada mais delicada é a do rio Tapajós, no Pará &#8211; porta de entrada para a Amazônia, onde está prevista a instalação de uma série de usinas &#8211; e do rio Teles Pires, no Mato Grosso, onde já há duas usinas em construção (Teles Pires e Colíder) e outras três projetadas para começarem no próximo ano. &#8220;Todas as usinas do Teles Pires terão eclusas&#8221;, garante Marcelo Perrupato, dos Transportes. &#8220;Pode ser que elas não sejam construídas ao mesmo tempo que a barragem, mas o projeto de engenharia terá que contemplar essas obras.&#8221;</p>
<p>A empreitada de erguer novas eclusas pelo país traz uma lufada de ânimo para um setor que há tempos é ignorado pelo governo. Um grande pacote de obras para hidrovias era prometido pelo Palácio do Planalto para este ano. Haveria ações de dragagem, sinalização e balizamento nas principais bacias hidrográficas do país. O plano foi simplesmente retirado do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo Marcelo Perrupato, o governo não desistiu de nada. Uma licitação internacional para contratar o &#8220;plano hidroviário estratégico&#8221; está em fase de assinatura. O estudo, que será realizado durante dois meses, prevê ações específicas nas hidrovias do Amazonas, Madeira e seus afluentes. As águas do Araguaia/Tocantins, Teles Pires/Tapajós, Parnaíba, São Francisco, Tietê/Paraná, Paraguai e Taquari/Jacuí também estão na lista.</p>
<p>O Brasil tem hoje 63 mil quilômetros de rios, lagos e lagoas, dos quais 20 mil não são navegáveis. Dos 43 mil quilômetros com potencial de navegação, apenas 15,5 mil são utilizados comercialmente. Isso significa que 27,5 mil quilômetros de hidrovia permanecem inexplorados. Na matriz nacional de transporte de cargas, os rios respondem por apenas 4% do que é movimentado, enquanto as estradas suportam 63% do total. O Ministério dos Transportes estima que 45 milhões de toneladas de carga trafegam pelas hidrovias todos os anos, quando o potencial mínimo seria de pelo menos 180 milhões de toneladas.</p>
<p>Veículo: Valor Econômico</p>
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		<title>BNDES prevê investimentos de R$ 596,5 bi para indústria</title>
		<link>http://www.brasifmaquinas.com.br/blog/bndes-preve-investimentos-de-r-5965-bi-para-industria/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 16:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valor deve ser aplicado até 2015 e será 30% maior do que o do triênio anterior. Petróleo e gás serão mais BNDES prevê investimentos de R$ 596,5 bi para indústria Valor deve ser aplicado até 2015 e será 30% maior do que o do triênio anterior. Petróleo e gás serão mais beneficiado. O Banco Nacional]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Valor deve ser aplicado até 2015 e será 30% maior do que o do triênio anterior. Petróleo e gás serão mais</strong></p>
<p>BNDES prevê investimentos de R$ 596,5 bi para indústria Valor deve ser aplicado até 2015 e será 30% maior do que o do triênio anterior. Petróleo e gás serão mais beneficiado. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê investimentos de R$ 596,5 bilhões para a indústria, no período que vai de 2012 a 2015. Quando esse valor é comparado com o triênio anterior, 2007 a 2010, o aumento é de quase 30%, quando foram investidos R$ 461 bilhões.</p>
<p>O setor de petróleo e gás é o que mais se destaca e deve receber R$ 354 bilhões, o que representa 59% do total. Os outros setores com maiores investimentos são extrativo mineral e automotivo, que vão receber o equivalente a 10% e 9%do total previsto para o triênio.</p>
<p>Outros 22% do valor total, R$ 128,7 bilhões, serão divididos entre os setores de papel e celulose; eletroeletrônica; química; siderurgia; têxtil e confecções; e o Complexo Industrial da Saúde (CIS), que abrange a indústria farmacêutica e a indústria de equipamentos médico hospitalares; e aeronáutica (veja quadro ao lado).</p>
<p>Os únicos setores que apontam variações negativas nos investimentos previstos são extrativo mineral e siderurgia. O primeiro, apesar de se manter na segunda posição no ranking, deverá receber menos investimentos, devido à acomodação do ciclo de investimentos no setor. Já o segmento de siderurgia passa enfrenta incertezas com a perspectiva de baixa demanda para os próximos anos.</p>
<p><strong>Neste ano</strong><br />
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse que os investimentos para 2012 devem ficar ao redor de R$ 150 bilhões, dependendo da velocidade da recuperação do investimento no país. O setor de infraestrutura, principalmente energia e logística, deve receber R$ 24,5 bilhões, o que representa alta de 31% na comparação com o ano passado, quando o investimento foi de R$ 18,7 bilhões. O valor representa 40% do total de desembolsos totais do banco.</p>
<p>Já para 2013 a estimativa é que sejam aportados R$ 31 bilhões em infraestrutura, valor 26% superior à previsão para 2012. Estamos antevendo uma recuperação dos planos de investimento na indústria e a continuidade dos investimentos em infraestrutura, disse Coutinho. Infraestrutura, logística, energia, petróleo e gás e construção habitacional são, segundo ele, segmentos que contribuirão para a expansão dos investimentos em 2012, que tende a criar condições estimulantes para o investimento privado. Coutinho disse que a missão do BNDES é recuperar o crescimento da economia.</p>
<p><strong>Três meses</strong><br />
O BNDES desembolsou R$ 24,5 bilhões para o setor produtivo no primeiro trimestre do ano. Do total, 41% foram destinados à infraestrutura, que recebeu R$ 9,9 bilhões. Praticamente o mesmo percentual foi liberado para as micro, pequenas e médias empresas, que receberam R$ 10,1 bilhões em empréstimos. Apesar da queda de 1% nos desembolsos, em relação ao mesmo período de 2011, as consultas primeiro estágio dos pedidos de financiamento feitos ao banco estatal  e os enquadramentos de projetos apresentaram aumento de 37% (R$ 55,7 bilhões) e 28% (R$ 48,3 bilhões), respectivamente.</p>
<p>Os números refletem a desaceleração econômica que o país passou no ano passado, mas também indicam recuperação da confiança com a retomada dos investimentos. Olhando para frente vemos sinais de volta da confiança, com aumento das consultas e dos enquadramentos feitos pelo banco, disse. Ele afirmou que a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) até 2013, com taxas de juros reduzidas e participação do banco, contribuirá para o crescimento dos empréstimos em 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veículo: Brasil Econômico</p>
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		<title>Governo de SP aposta em PPP para acelerar saneamento</title>
		<link>http://www.brasifmaquinas.com.br/blog/governo-de-sp-aposta-em-ppp-para-acelerar-saneamento/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 15:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Retroescavadeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo de SP aposta em PPP para acelerar saneamento Até o final de 2020, novo modelo de parceria deve movimentar quase R$ 9 bilhões. O governo de São Paulo está implementando um novo modelo de gestão para o saneamento básico e distribuição de água baseado agora, na formação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e que deve]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Governo de SP aposta em PPP para acelerar saneamento Até o final de 2020, novo modelo de parceria deve movimentar quase R$ 9 bilhões. O governo de São Paulo está implementando um novo modelo de gestão para o saneamento básico e distribuição de água baseado agora, na formação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e que deve movimentar quase R$ 9 bilhões nos próximos 8 anos. Essa pelo menos tem sido a estratégia adotada pelo governador Geraldo Alckmin, no qual o estado deixa a base comandada quase que exclusivamente pelas empresas públicas e coloca em jogo as empresas privadas por meio de contratos sob os moldes das PPPs.</p>
<p>Em entrevista ao BRASILECONÔ- MICO, o secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo, Edson Giriboni, conta que Alckmin é um adepto do modelo e incentiva prefeituras e secretarias a trabalhar com a iniciativa privada. Entre os projetos citados pelo secretário, estão a construção de piscinões, despoluição de rios e a ligação de casas hoje sem acesso à rede pública de esgoto.</p>
<p>O maior dos empreendimentos desse modelo, a quarta fase do Projeto Tietê, já tem orçamento estimado em R$ 3,6 bilhões. Após 2015, iniciaremos a quarta etapa. No momento, está em execução a terceira fase, que consumiu cerca de R$ 2 bilhões, financiados pela Sabesp. Para a próxima, estamos estudando as PPPs, disse Giriboni.</p>
<p>O segundo principal projeto em impacto financeiro é a universalização do saneamento básico no litoral paulista. Até 2018 todo esgoto do litoral será recolhido e tratado. O projeto “Onda Limpa” tem planejamento para que até 2018 esse problema acabe. O volume financeiro desta PPP supera R$ 2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão para a baixada santista e o restante para o litoral norte.Estamos terminando o estudo para as PPPs. São obras andando, licitadas, sendo contratadas. Vamos atingir a universalização do saneamento nestas regiões, diz.</p>
<p>Outros três programas de grande movimentação financeira já estão na pauta da Secretaria: R$ 1,8 bilhão serão investidos pelo estado e pela iniciativa privada na distribuição de água originária do Vale do Ribeira. Acabamos de aprovar o modelo e agora ele segue para consulta e audiência pública. Em setembro o edital deve ser publicado, anima-se o secretário.</p>
<p>Mais R$ 1 bilhão será colocado na construção de oito piscinões, edital que sai em breve, no próximo dia 25. E por fim, R$ 400 milhões de um convênio entre a Sabesp e a Agência de Cooperação Internacional do Japão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veículo: Brasil Econômico</p>
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		<title>País aplicará R$ 1,3 trilhão em infraestrutura até 2016</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 10:20:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Retroescavadeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a perspectiva de assumir a posição de quarta maior economia do mundo em 18 anos, o Brasil cada vez mais vem se consolidando como a “estrela” do setor de máquinas e equipamentos para a construção. A sentença é do consultor da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), Brian Nicholson, líder de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a perspectiva de assumir a posição de quarta maior economia do mundo em 18 anos, o Brasil cada vez mais vem se consolidando como a “estrela” do setor de máquinas e equipamentos para a construção. A sentença é do consultor da Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), Brian Nicholson, líder de um estudo que demonstra que até 2016 R$ 1,3 trilhão será destinado a 9.514 obras de infraestrutura do País com início ou continuidade em 2012.</p>
<p>Iniciada em 2009, a pesquisa aponta que o Rio Grande do Sul, até 2016, vai concentrar 453 obras estruturais, principalmente no segmento de pavimentação, ao custo de R$ 5,4 bilhões. No total, o valor agregado dessas ações é próximo a R$ 30,3 bilhões, colocando o Estado na 10ª colocação entre as 27 unidades federativas. “A construção e a pavimentação de estradas devem ser responsáveis por boa parte desses projetos”, salienta Nicholson. O Rio Grande do Sul detém aproximadamente 3% da frota nacional de equipamentos de construção brasileira. Quando setorizado, o dado chega a 10% se levada em consideração a participação nas obras de pavimentação.</p>
<p>Em nível nacional, a maior parte dos investimentos será alocada na área de combustíveis, principalmente óleo e gás. Os 154 projetos em andamento do setor envolvem recursos totais na ordem de R$ 592 bilhões até 2016. “Esse é um movimento natural, puxado muito pelo pré-sal”, diz o consultor. “Este é um setor que depende menos do investimento público. A Petrobras, por exemplo, recebeu grande injeção de capital, que inclui o Bndes, mas também o capital privado”, acrescenta.</p>
<p>Fatores como as medidas de estímulo à economia interna e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ambos em esfera federal, estão impulsionando o volume de obras e a demanda por equipamentos em outros setores. Somente no ano passado, foram quase 30 mil máquinas da linha amarela (a exemplo de retroescavadeiras e tratores), um incremento de 9% frente a 2010.</p>
<p>Esse crescimento só não é maior em função dos entraves enfrentados para o desenvolvimento das obras de infraestrutura. Segundo Nicholson, a demora das licitações e no licenciamento ambiental, bem como a escassez de mão de obra, dificulta o avanço de obras e, consequentemente, a maior demanda por máquinas e equipamentos. Ele lembra que o Brasil não passa pela falta de financiamentos, fator positivo que se contrapõe ao cenário europeu, onde a carência de crédito têm minguado os negócios do setor.</p>
<p>A entrada de novos players e o crescimento econômico nacional devem ser responsáveis pelo incremento de 50% do setor até 2016. A escala tem como base a participação do Brasil no exterior, que cresceu de 1% em 2004 para 4% em 2011. A Sobratema vai detalhar a pesquisa aos empresários do ramo durante seminário que compõe a M&amp;T Expo 2012, feira de negócios promovida pela entidade entre os dias 29 de maio e 2 de junho, em São Paulo.</p>
<p>Veículo: Jornal do Comércio &#8211; RS</p>
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		<title>Porto ganhará 2 hotéis e 2 mil apartamentos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 17:03:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Retroescavadeira]]></category>

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		<description><![CDATA[A prefeitura do Rio e a Caixa Econômica Federal oficializam hoje o maior negócio imobiliário do plano de revitalização da Zona Portuária. A iniciativa foi viabilizada com mudanças no projeto olímpico da cidade, que transferiu da Barra da Tijuca para o Porto parte das instalações não esportivas dos Jogos de 2016. A empresa Solace fechou]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeitura do Rio e a Caixa Econômica Federal oficializam hoje o maior negócio imobiliário do plano de revitalização da Zona Portuária. A iniciativa foi viabilizada com mudanças no projeto olímpico da cidade, que transferiu da Barra da Tijuca para o Porto parte das instalações não esportivas dos Jogos de 2016. A empresa Solace fechou com a CEF uma parceria para construir dois mil apartamentos nas imediações da Rodoviária Novo Rio, além de dois hotéis cinco estrelas, com 500 quartos cada, e um centro de convenções na Avenida Francisco Bicalho, em terrenos onde hoje existem instalações da Cedae e da usina de asfalto da prefeitura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os imóveis hospedarão parte da imprensa que cobrirá o evento, árbitros e trabalhadores de áreas de apoio dos Jogos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os apartamentos serão vendidos pela empresa, mas só poderão ser ocupados pelos compradores após as Olimpíadas. A estimativa inicial da prefeitura é que apartamentos de dois quartos sejam negociados por valores entre R$ 150 mil e R$ 250 mil. No caso dos hotéis e do centro de convenções, eles poderão ser abertos antes das Olimpíadas, mas terão de atender exclusivamente às necessidades do Comitê Organizador Rio 2016. Um dos principais clientes do empreendimento deverá ser a própria prefeitura. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pretendemos oferecer cartas de crédito pelo Previ-Rio (fundo previdenciário dos servidores públicos) para financiar a compra da casa própria, pelo servidor, na região do Porto  disse o prefeito Eduardo Paes. As obras devem ser concluídas até dezembro de 2015.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veículo: O Globo</p>
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		<title>Preferência nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 18:53:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Motoniveladora 845B]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério do Desenvolvimento estuda dar uma margem de preferência nas compras públicas para equipamentos médicos e para motoniveladoras e retroescavadeiras associadas a obras do PAC que beneficiam diretamente a indústria nacional. &#160; Para obter a preferência, o vencedor da licitação terá de comprovar a origem nacional do produto. &#160; A medida deve favorecer o]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Desenvolvimento estuda dar uma margem de preferência nas compras públicas para equipamentos médicos e para motoniveladoras e retroescavadeiras associadas a obras do PAC que beneficiam diretamente a indústria nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para obter a preferência, o vencedor da licitação terá de comprovar a origem nacional do produto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A medida deve favorecer o setor de máquinas, que já é beneficiado pela redução de IPI e do prazo de devolução de créditos do PIS-Pasep/Cofins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A desoneração de IPI e PIS/Cofins sobre bens de capital representa renúncia fiscal de R$ 16 bilhões, segundo a pasta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veículo: Folha de S. Paulo</p>
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		<title>Trecho de Itapetininga a Sorocaba será duplicado</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 18:31:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rolo Bomag 218D]]></category>

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		<description><![CDATA[Órgãos ambientais do Estado emitiram licença para duplicar 17 km da Rodovia Raposo Tavares, entre Sorocaba e Itapetininga, no interior. Os editais foram publicados ontem.No total, serão duplicados 43 km do trecho consideradoum dos principais gargalos rodoviários do Estado. A estrada recebe 4,7 mil veículos por dia, mas há concentração de tráfego em horários de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Órgãos ambientais do Estado emitiram licença para duplicar 17 km da Rodovia Raposo Tavares, entre Sorocaba e Itapetininga, no interior. Os editais foram publicados ontem.No total, serão duplicados 43 km do trecho consideradoum dos principais gargalos rodoviários do Estado. A estrada recebe 4,7 mil veículos por dia, mas há concentração de tráfego em horários de pico, quando caminhões formamcomboios que praticamente impossibilitam as ultrapassagens. A conclusão está prevista para abril de 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veículo: O Estado de S. Paulo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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